Hierarquia e Função
Maria Assunção de Jesus Teixeira Neves Lima
Diretora do Magistério Primário de Benguela. Licenciada em Matemática e Mestre em Didática do Ensino Superior.
É a responsável pela criação de um ambiente saudável ao trabalho, garantindo assim, o respeito e confiança entre os membros da equipe escolar e honra às orientações baixadas pelo Órgão Superior do Estado; assegura condições para o alcance dos objetivos traçados pelo Ministério da Educação.
Por isso, ela define e distribui tarefas, dando total apoio às pessoas que trabalham com ela e lembrando-lhes sempre das suas responsabilidades docentes e não só, como também chamar, temporariamente, ao respeito mútuo entre o coletivo magisterense.
Tem também a função de coordenar a elaboração e a implantação do projeto político-pedagógico, ou proposta pedagógica e do regime escolar, com objetivo de levar o grupo a um perfil, positivamente comportamentar.
Os seus colaboradores coordenam as atividades pedagógicas, administrativas de acordo com as orientações do conselho escolar , segundo os interesses do Estado Angolano.
Msc. Virgílio Cesar Calei
Subdiretor Pedagógico. Licenciado em Matemática e
Mestre em Gestão e Administração Escolar
O subdiretor pedagógico é o órgão que coadjuva o diretor em matéria relacionada com a área pedagógica. Compete-lhe:
•Propor melhoria de carácter pedagógico desde que se conclua a sua necessidade;
Justina Maristela
Subdiretora Administrativo
Licenciada em Pedagogia
A Subdiretora Administrativa é a responsável pelo órgão que coadjuva a Diretora em matéria relacionada com a área administrativa e financeira. Compete-lhe as seguintes funções:

Ser Professor ou docente é desempenhar a função de ou atividade de ensinar uma ciência, arte, técnica ou outro conhecimento. A palavra professor vem de "professar", que, além de lecionar, significa "declarar publicamente uma convicção ou um compromisso de conduta", como a de uma profissão. Não por acaso, as duas têm a mesma raiz. Nós, mestres, somos profissionais em vários sentidos: por ensinarmos e por nos comprometermos com condutas de trabalho - numa atividade que exige a contínua exposição de convicções. Essa condição também envolve responsabilidades múltiplas, com conhecimentos e procedimentos, especialmente por lidarmos com muitos jovens e crianças e por um tempo longo.
Precisamos nos lembrar disso não para nos sentirmos mais importantes do que já somos, mas para termos consciência de que, no desempenho dessa função social, não dá para ignorar limitações pessoais e problemas, ou seja, nossa condição humana. Outras profissões também dependem fortemente do discernimento e das condições individuais de quem as exerce. Um motorista de ônibus ou autocarro, por exemplo, mais do que um condutor de toneladas de aço sobre rodas, sabe que curva fechada não combina com noite mal dormida e pode custar vidas.
As responsabilidades de educador, ainda mais complexas, são cumpridas em circunstâncias muito especiais, sob permanente exposição a dezenas de olhares daqueles que pretendemos formar. Aliás, os alunos não são passageiros e não nos consideram somente condutores de classes ou especialistas em Ciências ou Arte. Eles nos enxergam também como alguém que está com blusa colorida e sorriso animado, calça amarrotada e olheiras ou tênis novos e expressão impaciente. Da mesma forma, a turma não vê palavras e números surgirem no quadro e se converterem em sons, mas acompanham a mão firme ou trêmula segurando o giz e o tom grave ou agudo da voz que explica.
Essa é uma inevitável contingência do trabalho, diante da qual é preciso se posicionar. Devemos nos proteger - sob a pretensa objetividade da função - ou expor, sem preocupação, nossa fragilidade? A observação de colegas - e é mais fácil avaliar os outros - revela uma variedade de comportamentos. Num extremo, a ostensiva displicência dos que contaminam o convívio profissional com frustrações e raivas. Noutro, a blindagem dos que se escondem sob máscaras inexpressivas, como se em vida de educador não caibam sentimentos. É nesse conjunto de atitudes que cada um pode se situar, perguntando: "E eu, como me comporto?“
No corpo docente de uma escola, há diferentes gêneros, preferências, estilos e situações de vida, mas nem todo comportamento é compatível com a função docente, pois a arte-ciência da profissão exige convívio, com respeito à condição dos outros (e também à própria) e o reconhecimento dos limites nessa recíproca exposição. Os meninos e as meninas que educamos constituem uma enorme diversidade e só percebendo nossa condição ficamos atentos à deles também. Essa compreensão, no entanto, não se sustenta sem uma clara determinação para promover a aprendizagem, com boas exposições e a participação dos alunos nas aulas. É isso que assegura o respeito às fragilidades que podemos ter ou mesmo a admiração às nossas especificidades por parte dos jovens interlocutores.
Ao sair para o trabalho, mesmo preocupados com a nova ruga flagrada no espelho ou a diferença entre o saldo bancário e a prestação vencida, nos investimos da "persona" professoral. Sensível sim, mas profissional. Esse nosso personagem contracena com os estudantes, com o fluxo de questões que apresentam e com os projetos que possuem e se cruzam com os nossos - nós e eles somos seres incompletos. A compreensão desse fato permite encontrá-los uma relação mediada pelo conhecimento, mas sem o temor de revelar as nossas dúvidas ao considerar as deles.
Aliás, vale lembrar o sentido dialógico de nossa função, para não nos pretendermos inoxidáveis ou substituíveis por um site na web. Temos conhecimentos e promovemos a formação de atitudes, mas mesmo investidos desse papel professoral, no fundo somos nós mesmos nesse trabalho em que contato humano é condição essencial, não acidente de percurso.
O Grupo de Professores no Magistériom Primário de Benguela está unido para uma grande missão a qual lhes foi incumbida pelo Miniostério da Educação. E eles são:
Adalzira Camenha
Adelino Josias Luís
Alfeu Joel Chiquito
Ana Paula Saldanha
André Calei
Angelino Uyombo
António Correia
António da Cruz
Argentina Diogo
Armando Venâncio
Asner Domingos
Bernardo Vidal
Carvalho Clemente
Dália Cristina Afonso
Delfina Inácio
Domingos Kulandissa
Domingos Tchicuya
Elisa Mariano
Emanuel António
Emerson da Cruz
Emília Augusto
Ernesto Jamba
Estókio Moma
Eugénio Inácio
Faustino Bento
Faustino Zeferino
Félix Sebastião
Fernando Calequeira
Fernando Lopes
Frederico Chiaia
Gabriel Chitangue
Hélder Martins
Helena Galvão
Hilário Dias
Isabel Nduva
Isaúl Samuel Muatepeta
João António
João Maiau
Joaquim Banje
José Chipilica
José G. Caluquembe
José Malite
José Pedro
Julino Chipenda
Justina M.Tcindombe
Justina Maristela
Leocádia Gonçalves
Luís Alberto
Luzia Máquina
Madalena J.S.Tiago
Manuel Dinis
Maria Assunção Neves
Marta Cremilda
Mauro Edgar Mário
Messalina Manita
Miguel Cangombe
Moisés Tangueleca
Nzailu Nkatu
Oliveira Kamaty
Orlando Cassoma
Paulo Leitão
Pedro Bongue
Pedro Paulo
Ruth Benchimol
Sandro Lima
Urânia Neves
Valdemar Tadeu
Venâncio Ngandji
Virgílio Calei
Wilson Chiambo
Os Alunos
Aluno (do latim alumnus, alumnié) ou discente é o indivíduo que recebe formação e instrução de um ou vários professores ou mestres para adquirir ou ampliar seus conhecimentos, geralmente nas áreas intelectuais, levando em conta que existem diferentes aptidões e estilos de aprendizado para cada aluno - principalmente à medida em que avança na vida escolar.
Por vezes, usa-se o termo aluno como sinônimo de estudante, uma pessoa que se ocupa doestudo, relativas a um aprendizado de qualquer nível. No entanto, o estudo pode ser uma atividade individual, sem recurso a professores. Faz-se distinção, portanto, entre aluno e estudante. A palavra estudante (do verbo estudar) designa o indivíduo que se empenha em algum tipo de estudo, que busca o alimento intelectual por conta própria, podendo fazer isto de maneira individual ou sem recurso a professores.
Segundo a etimologia, o termo aluno significa literalmente “criança de peito”, “lactante” ou “filho adotivo” (do lat. alumnus, alumni, proveniente de alere, que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer”. Daí o sentido de que aluno é uma espécie de lactente intelectual; e não alguém “sem luz”, como afirma uma etimologia falsificada que lê a- como prefixo de negação (note que o prefixo é grego) e lun- como proveniente do latim lumen, luminis (luz). O termo aluno aponta, portanto, para a ideia de alguém imaturo, que precisa ser alimentado na boca e exige ainda muitos cuidados paternais ou maternais.
Em sentido figurado ou metafórico, porém, aluno significa simplesmente “discípulo” ou “pupilo”, alguém que aprende de forma coletiva em estabelecimento de ensino pela mediação de um ou vários professores.
Hino do Magistério Primário de Benguela
Autores:
Elafant Elias Afonso António
Dr.ª Assunção Neves
A nossa instituição escolar
é o espelho da educação
sempre a altura firme e capaz
as exigências da sociedade
Refrão
viva! Viva!
Viva o magistério primário
viva! Viva!
Viva o magistério primário
Quadros brilhantes com qualidade
deste viveiro progredirão
para as demandas da humanidade
sempre e sempre a par da evolução
Refrão
viva! Viva!
Viva o magistério primário
viva! Viva!
Viva o magistério primário
Na longa senda do horizonte
cedo erguer em cada manhã
caia a noite ou o sol desponte
há garantias no amanhã
Refrão
viva! Viva!
Viva o magistério primário
viva! Viva!
Viva o magistério primário
O nosso magistério primário
alicerçado no seu sofrimento
ninguém lhe vai fazer parar
erguendo sempre a bandeira
da vitória
Refrão
viva! Viva!
Viva o magistério primário
viva! Viva!
Viva o magistério primário
MPB - Benguela aos 30 de Março de 2014
O Assistente da Web
Faustino Bento

